sábado, janeiro 03, 2009


É preciso viver o sonho e a certeza de que tudo vai mudar.

É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os desejos não precisam de razão, nem os sentimentos, de motivos.

O importante é viver cada momento e aprender sua duração,pois a vida está nos olhos de quem sabe ver...

Desejo que neste ano, nós... ...consigamos realizar todos os nossos sonhos;

Descobrir a cada dia coisas novas para realizar esses sonhos...

Não tenhamos medo de viver o momento em que eles acontecerem;

E, nesses momentos, descubramos novos sonhos.

sexta-feira, janeiro 02, 2009

"Eu gostaria muito de entender qual a diferença entre aquela música de João do Morro, que tem como refrão "chupa que é de uva", e aqueles bregas apelativos que todo mundo critica.
Será que mais uma vez embarcamos numa modinha a mais?(...)
"Este é um trecho de um comentário de um dos internautas em relação aos rumores do momento: João do Morro no Rec-Beat. Nada contra, mas prefiro continuar acreditando que se trata de uma jogada de marketing, já que Gutie, produtor de nomes como Cordel do Fogo Encantado e Bnegão, acabou de abraçar a causa em torno de João do Morro. Como Gutie também é o produtor do Rec-Beat, a pergunta ficou no ar. E ele deixou a resposta no ar também. Outro dia, li uma reportagem sobre a "tendência" de Renato L, novo presidente da Fundação de Cultura do Recife, em direcionar um trabalho à periferia de acordo com estas "realidades" musicais de nomes como João do Morro. A realidade do Chupa que é de Uva... A realidade do "papa frango"...Pérolas pertencentes a João do Morro, que curte sons diversos, mas transmite o que nos é imposto pelo mercado. O engraçado é que alguns colegas e também produtores estão "preparando" as pessoas para esta tendência a partir de 2009.
Se for por tendências alternativas, seria bem mais interessante o apoio do poder público ao Garanhuns Jazz Festival, que apesar de premiado e bem visitado, foi esquecido pela lei de incentivo à cultura e pela fundarpe, pelo que eu soube.
- Porque na voz de outras bandas, estes sons apelativos já estão sendo chamados de FULEIRAGEM MUSIC, e com João do Morro são tratados de forma diferente?
Não é falso moralismo, mas se a inclinação for esta, estaremos dando um passo para trás. A não ser que João do Morro mude. E convenhamos, a esta altura do campeonato, é mais fácil mudarem alguns dos chamados fomentadores e produtores. Eu não vou estranhar João do Morro no Rec-Beat. Mas vou lamentar ver na programação do nosso carnaval, este tipo de música. É uma abertura gigantesca de precedentes para as "fuleiragens" reclamarem espaços na capital pernambucana, em atividades da prefeitura. É preciso muito cuidado.
Construir é complicado. Destruir é muito fácil.

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Sempre ouvimos que o ano novo é o início e uma nova fase, sempre melhor, mais belo, mais produtivo, mais rico, mais pujante, mais farto; mas na verdade ele é um dia como outro qualquer, fruto de uma convenção que fizemos para facilitar nossas vidas, para dividirmos melhor o tempo e as coisas que precisamos fazer, dar ou receber.

É engraçado refletir sobre isso e ver que o ser humano tem a virtude retórica de criar uma motivação para, a cada 365 dias, construir um cenário melhor para recarregar o espírito de boas energias e fazer com que as tristezas sejam esquecidas e as alegrias fortalecidas, o sentimento de caridade, de apoio mútuo, de família, enfim de SOLIDARIEDADE, sejam renovados; pois sem eles como seriam tristes nossas vidas.
Por isso desejo que, não só no primeiro dia do ano, tais valores sejam renovados comigo e com vocês meus amigos, que a cada dia seja vida nova, vida positiva, vida de aprendizado, de amor, de SOLIDARIEDADE, de verdade, e acima de tudo de consciência de que as nossas ações são o legado real que deixamos em vida, portanto que elas sejam as melhores. Grande abraço a todos e, para não cair no clichê, feliz vida renovada; afinal é politicamente correto reciclar! ;-)

São os meus votos para um início de ano cheio de VIDA NOVA!!!

quinta-feira, dezembro 25, 2008




Como disse Eleanor Roosevelt, "O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos..." Então, neste Natal acreditemos em um tempo no qual todos repensem a tão almejada Paz Mundial e peçamos misericórdia pelos mais desumanos, por aqueles que não conhecem a Deus, que não o temem, que não seguem a sua Luz e, muito menos, que não o respeitam. E, por isso, praticam atos bárbaros e matam e roubam e saqueiam e ferem os homens de bem, muitas vezes até em nome de um deus que muitos não sabem de onde tiraram.
Que neste Natal consigamos, de alguma forma, buscar a Paz dentro de nós mesmos e tentemos levá-las ao mundo em nome do Amor pregado por Jesus.
A todos desejo um feliz natal, simbolizando não só a troca de presentes, mas a chance de termos no Pai um modelo de vida, de luta e perseverança em prol do que é certo, por mais contrário que isso venha a parecer.
Como presente eu peço Amor, Saúde, Compreensão, Obstinação e Determinação para vencer os obstáculos que venham a surgir no ano vindouro, para que cada dia do próximo ano seja magnífico e cheio de Luz Divina. Que a Estrela do Natal brilhe de forma mais intensa nos nossos lares e nos de todos aqueles que acreditam na Força e na Fé do Menino Jesus.
Peço, também, que apreciem o cartão em anexo e a mensagem nele contida. Troquemos muitos abraços intensos nesse 2009 se possível, emanando muita paz, carinho e atenção para com aqueles que amamos e sentimos apreços.
A todos vocês, meus amigos sinceros, um 2009 cheio de luz e realizações.

Estes são os sinceros votos da amiga,

Mariângela Borba.

Mariângela Celso Cavalcanti Borba Jornalista (DRT-PE: 4095)Blog:
http://www.mariangela.blogspot.com




"Look at everything as though you were seeing it either for the first or last time." - Betty Smith (1896-1972)

quarta-feira, dezembro 10, 2008

A arte é soma de eternidade e perfeição. E se a vida quantas vezes estraçalha a alma, é pela a arte que lembramos possuir uma. A passagem terrena será frívola se não aspirar à harmonia, à estética das escolhas e dos gestos. Porque a arte é uma forma de verdade, perturba. Interpela. Reflete os valores e as contradições de um ser. Percepciona a humanidade. Alivia desarmonias. Quem dela afirma a necessidade de ceder ao apelo popular, engana-se: transformá-la-ia em alienação banal. Mas é preciso que a arte saia do casulo e venha à rua. Que se torne tão familiar como um concerto rock.
A principal função da arte é a de elevar os espíritos que a a trivialidade dos dias constrange pela visão do belo.

quarta-feira, novembro 19, 2008

É com muito penar que escrevo essas mal traçadas linhas, é um pouco mais para registrar a data, o momento. Hoje morreu Guedinho aos 102 anos, ou melhor, Monsenhor Ayrton Guedes, talvez todos os conheçam assim. Ah, mas para mim era Guedinho e pronto! Era aquela pessoa que toda vez que eu ia lá - mesmo depois da doença - abria aquele sorrisão de canto a canto da orelha e se esforçava para conversar comigo. E eu sempre tentava entender o que ele tinha a dizer.
Guedinho... ...um grande homem. Talvez um exemplo a ser seguido. Ai, ai... ...não existe mais padres como antigamente. Grande confessor! E eu que dizia que só iria me confessar com ele, que não queria mais ninguém, daí ele brincava e dizia: e quando eu morrer, menina, como é que vai ser? (risos)
É, Já me confessei com outros padres, sim, mas nunca foi a mesma coisa.
E o corre-corre junto com as obrigações da vida nos afastou. Eu lutando para ganhar a vida e ele lutando para continuar a viver, mas sempre com a certeza de que um dia chegaria a sua hora.
Neste momento, as lágrimas vieram aos olhos e, rapidamente, cessaram. Lembrei que Guedinho foi quem anunciou e trouxe a cobrança do meu nome... Foi Guedinho quem deu a minha primeira extrema unção, hoje mais conhecida como unção dos enfermos no momento em que estive entre a vida e a morte na UTI de um hospital. E, graças a Deus vivi, me recuperei, cresci. Talvez esse tenha sido um dos fatos para que Guedinho me tratasse com mais candura. Não sei ao certo, só sei que sempre o admirei.
Das últimas visitas, quase não me esqueço de nenhuma. A que lembro mais intensamente e com carinho foi quando passei lá pela casa dele após sair do TCE-PE. Lembro que conversamos horas a fio. Ele, com bastante dificuldade de pronunciar as palavras e de concatenar os pensamentos e eu ali para lhe ajudar. Quase sempre eu acertava o que ele queria expressar, mas quando eu não conseguia distinguir, ai, era uma agonia tremenda. Ah, mas alegria maior era quando ele perguntava por papai ou mamãe e quando ele via um dos dois adentrando a casa. Lembro ele pronunciar, com dificuldades, "grande homem" e "Silvinha". Mas era triste vê-lo tentar falar e não conseguir. No entanto, me alegrava a força de vontade daquele homem.
Grande foi a luta, grandes foram os exemplos, grande foi a afinidade deixada. Hoje, Guedinho chega à porta dos céus com vida e saúde. Desfaz-se da matéria (corpo) e alcança a vida eterna. Deixa a herança de mais de um século de exemplos e ensinamentos. Um forte legado!!!
Sobre o que penso a respeito da morte, já postei há alguns dias atrás - que se façam minhas as palavras do Rubem Alves. Para mim, a morte não é apenas o cessar da vida, mas o início de uma outra grande jornada. Nada de ser, ou pensar, que é o fim de tudo. Talvez um grande começo, quem sabe...

domingo, novembro 16, 2008

domingo, novembro 09, 2008


Sobre a morte e o morrer

Rubem Alves




O que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define?
Já tive medo da morte. Hoje não tenho mais. O que sinto é uma enorme tristeza. Concordo com Mário Quintana: "Morrer, que me importa? (...) O diabo é deixar de viver." A vida é tão boa! Não quero ir embora...Eram 6h. Minha filha me acordou. Ela tinha três anos. Fez-me então a pergunta que eu nunca imaginara: "Papai, quando você morrer, você vai sentir saudades?". Emudeci. Não sabia o que dizer. Ela entendeu e veio em meu socorro: "Não chore, que eu vou te abraçar..." Ela, menina de três anos, sabia que a morte é onde mora a saudade. Cecília Meireles sentia algo parecido: "E eu fico a imaginar se depois de muito navegar a algum lugar enfim se chega... O que será, talvez, até mais triste. Nem barcas, nem gaivotas. Apenas sobre humanas companhias... Com que tristeza o horizonte avisto, aproximado e sem recurso. Que pena a vida ser só isto...” Dona Clara era uma velhinha de 95 anos, lá em Minas. Vivia uma religiosidade mansa, sem culpas ou medos. Na cama, cega, a filha lhe lia a Bíblia. De repente, ela fez um gesto, interrompendo a leitura. O que ela tinha a dizer era infinitamente mais importante. "Minha filha, sei que minha hora está chegando... Mas, que pena! A vida é tão boa...” Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.

Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: "O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?". O médico olhou-o com olhar severo e disse: "O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?". Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que freqüentemente se dá o nome de ética. Um outro velhinho querido, 92 anos, cego, surdo, todos os esfíncteres sem controle, numa cama - de repente um acontecimento feliz! O coração parou. Ah, com certeza fora o seu anjo da guarda, que assim punha um fim à sua miséria! Mas o médico, movido pelos automatismos costumeiros, apressou-se a cumprir seu dever: debruçou-se sobre o velhinho e o fez respirar de novo. Sofreu inutilmente por mais dois dias antes de tocar de novo o acorde final. Dir-me-ão que é dever dos médicos fazer todo o possível para que a vida continue. Eu também, da minha forma, luto pela vida. A literatura tem o poder de ressuscitar os mortos. Aprendi com Albert Schweitzer que a "reverência pela vida" é o supremo princípio ético do amor. Mas o que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define? O coração que continua a bater num corpo aparentemente morto? Ou serão os ziguezagues nos vídeos dos monitores, que indicam a presença de ondas cerebrais? Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia. Muitos dos chamados "recursos heróicos" para manter vivo um paciente são, do meu ponto de vista, uma violência ao princípio da "reverência pela vida". Porque, se os médicos dessem ouvidos ao pedido que a vida está fazendo, eles a ouviriam dizer: "Liberta-me". Comovi-me com o drama do jovem francês Vincent Humbert, de 22 anos, há três anos cego, surdo, mudo, tetraplégico, vítima de um acidente automobilístico. Comunicava-se por meio do único dedo que podia movimentar. E foi assim que escreveu um livro em que dizia: "Morri em 24 de setembro de 2000. Desde aquele dia, eu não vivo. Fazem-me viver. Para quem, para que, eu não sei...". Implorava que lhe dessem o direito de morrer. Como as autoridades, movidas pelo costume e pelas leis, se recusassem, sua mãe realizou seu desejo. A morte o libertou do sofrimento. Dizem as escrituras sagradas: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a "morienterapia", o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a "Pietà" de Michelangelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo.


Texto publicado no jornal “Folha de São Paulo”, Caderno “Sinapse” do dia 12-10-03. fls 3.


Rubem Alves: tudo sobre o autor e sua obra em "
Biografias".

sábado, novembro 08, 2008

sexta-feira, novembro 07, 2008

AUTO ESTIMA

Estavam reunidas, a Sininho, a Fiona e a Angelina Jolie, na Disney, jogando conversa fora... Aí a Sininho disse:
- Eu sou a menor fadinha do mundo!!!A Fiona revidou:
- Sou a ogra mais feia do planeta!!!E a Angelina Jolie finalizou:
- Sou a mulher mais linda, inteligente e maravilhosa do mundo!!!
Mas elas queriam que isso fosse comprovado. Pegaram o Guiness Book.
A Sininho abriu na pagina 873...e realmente estava lá:
Sininho, a menor fada do mundo...
Todas ficaram impressionadas...
...A Fiona pegou o livro, abriu na página 585 e estava lá escrito:
Fiona, a ogra mais feia do mundo.
OOOOOHHHHH, disseram todas.
Por último, a Angelina Jolie pegou o livro, abriu na página 97. Depois de alguns minutos de silêncio e uma cara de fúria,(PRATICAMENTE UM ATAQUE DE NERVOS), ela gritou:
- Ai !!!!! Meu Deus !!!!!! Quem é essa tal de ...
...MARIÂNGELA BORBA?!!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

quinta-feira, novembro 06, 2008

Crise Financeira Global: bom pretexto para mudanças
A crise financeira global que assola os mercados, como qualquer outra, também pode significar solução e oportunidade. Trata-se de ver o lado positivo, fazendo dela um momento de reflexão e mudança de atitude.
Sem ignorar seu lado negativo, pode-se, sem esforço, tomar a crise como um bom pretexto para se rever, no nível pessoal, a forma de gastar o dinheiro e de se fazer orçamentos. Com isso, muitos hábitos de consumo (completamente dispensáveis) serão reduzidos. Além do mais, as prioridades — nem sempre vistas com clareza — serão revisadas e, conseqüentemente, ganharão maior nitidez.

quarta-feira, novembro 05, 2008


A vitória de Obama simboliza um novo começo para a relação do governo americano com o mundo




Depois de 8 longos anos de Bush, chegou a hora de um novo começo! Há muitos interesses em jogo na política americana, mas a vitória do Obama simboliza uma nova chance para os EUA se aliarem à comunidade global para encarar desafios urgentes, quiçá a paz mundial!!! Depois de uma longa história de decepções com o governo norte-americano, Obama despertou um sentimento de esperança e reconciliação nunca visto antes.

Este é um momento de celebração mas as mudanças não serão fáceis: a indústria do petróleo, da guerra e o lobby conservador são bem fortes nos EUA. Vamos ver se realmente acontecem as mudanças propostas pelo novo governo. Obama prometeu trabalhar pela integração nacional, mas isso não quer dizer que, tal qual os outros, ele termine cedendo aos conservadores em troca de conchavos políticos.





Lista com as 10 promessas de campanha de Obama que estão relacionadas a assuntos globais




  • Reduzir as emissões de carbono dos EUA em até 80% até 2050 e ter um papel mais forte e positivo na negociação do tratado global que irá dar continuidade ao Protocolo de Quioto;


  • Retirar todas as tropas do Iraque dentro de 16 meses e não manter nenhuma base permanente no país;


  • Estabelecer uma meta clara para eliminar todo o armamento nuclear do planeta;


  • Fechar o presídio de Guantanamo;


  • Dobrar o apoio financeiro para reduzir pela metade a extrema pobreza até 2050 e contribuir para a luta contra o HIV/AIDS, a tuberculose e a malária;


  • Abrir um diálogo diplomático com países como o Irã e a Síria para buscar uma solução pacífica para tensões políticas;


  • Desmilitarizar o serviço norte-americano de inteligência para evitar o tipo de manipulação que gerou a guerra no Iraque;


  • Lançar um grande esforço diplomático para cessar a matança em Darfur;


  • Somente negociar novos tratados comerciais que contenham proteções trabalhistas e ambientais para os países envolvidos;


  • Investir USD $ 150 bilhões nos próximos 10 anos em energias renováveis e colocar 1 milhão de carros elétricos nas ruas até 2015.

domingo, novembro 02, 2008

quinta-feira, outubro 16, 2008

Crise internacional afeta o Brasil

A intensificação da crise norte-americana no mês de setembro levou a uma contaminação de outros mercados, com especial destaque para as nações européias. No Brasil, os efeitos também se aprofundaram, seguindo a tendência global. O Ibovespa, principal índice do mercado de ações, acumula perda de aproximadamente 35% no ano, enquanto o real perdeu cerca de 17% do seu valor em relação ao final de 2007. Embora o País esteja mais sólido, com crescimento ainda robusto, as incertezas relativas aos desdobramentos da turbulência devem se manter, gerando volatilidade nos ativos.

terça-feira, outubro 07, 2008

segunda-feira, outubro 06, 2008

Uma campanha de peso para todos nós jornalistas. Afinal, é fundamental a formação superior. Não é à-tôa que os jornalistas pagam, durante seus cursos, cadeiras e mais cadeiras de Ética.
Neste caso, acho que não se tem nem muito o que falar, visto que, às vezes, uma imagem pode falar mais que 1000 palavras - e neste caso, tem até uma legendazinha, para facilitar a compreensão.

sexta-feira, setembro 26, 2008

quinta-feira, setembro 25, 2008

O DIA DE FAZER A DIFERENÇA!!!

DATA: 26/10/08
HORÁRIO: DAS 08 ÀS 17h
LOCAL: CRECHE DO CURADO IV - BAIRRO DO CURADOO

O DIA DE FAZER A DIFERENÇA É UMA PARCERIA DA FUNDAÇÃO ALPHAVILLE COM A ALIANÇA EMPREENDEDORA. OS VOLUNTÁRIOS QUE QUISEREM PARTICIPAR PODEM SE ESCREVER NO
LOCAL. JUNTO COM FUNDAÇÃO ALPHAVILLE E A ALIANÇA EMPRENDEDORA ELES ESTARÃO
AJUDANDO O BAIRRO DO CURADO IV.

OBJETIVOS DO DIA DE FAZER A DIFRENÇA:

  • APRESENTAR A PARCERIA DA FUNDAÇÃO ALPHAVILLE E DA ALIANÇA EMPREENDEDORA COM A COMUNIDADE DO CURADO IV.
  • ORGANIZAR UM MUTIRÃO PARA COLETAR DOAÇÕES E REFORMAR A CRECHE DO CURADO IV.

VAMOS JUNTOS FAZER A DIFERENÇA!

segunda-feira, setembro 22, 2008

Urna digital pode permitir votação por celular em SC
Um projeto desenvolvido pelo governo de Santa Catarina pode possibilitar que os eleitores votem através do sistema de mensagens de um telefone celular. A urna digital, desenvolvida pelo Centro de Informática e Automação do Estado (CIASC), já está sendo testada em enquetes internas. O sistema realiza a apuração em tempo real num aparelho smartphone, além de permitir que o usuário crie as próprias enquetes e eleições que desejar. Com ela, o eleitor pode votar sem sequer precisar deixar a sua casa.
Segundo Hugo César Hoeschl, presidente do CIASC, a urna digital faz parte de um projeto criado pelo órgão com o objetivo de fortalecer a democracia. Ele revela que o sistema já está sendo usado em empresas privadas, mas cita a possibilidade de uso em plebiscitos e avaliações de questões públicas mais polêmicas.
Santa Catarina não adotará lei seca nas eleiçõesJustiça libera propaganda por e-mail em SC
"É totalmente seguro, cada celular cadastrado tem direito a um voto totalmente secreto. Testamos a urna digital aqui na empresa para decidir sobre o local de um museu de informática", afirma. "Com essa nova tecnologia, é possível exercermos a democracia 24 horas por dia. As pessoas podem passar a decidir pautas e assuntos o tempo todo, não só a cada quatro anos."
A urna digital deverá ser apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE) nos próximos dias. Hoeschl defende que a implantação de um sistema de votação por meio de celulares representaria uma economia significativa aos cofres públicos.
"As eleições municipais irão custar ao Brasil cerca de R$ 1 bilhão", destaca. "Com esse sistema, poderíamos realizá-la com um custo cerca de 95% menor. Além disso, os governos estaduais e a União podem realizar plebiscitos com maior frequência."
Desenvolvido totalmente com software livre, o sistema já começa a ser fornecido para empresas privadas e órgãos públicos que queiram testá-lo em ambientes corporativos. "As enquetes podem ser realizadas para avaliar satisfação dos funcionários e também decidir sobre projetos e rumos da empresa", destacou, apontado vantagens do projeto em relação à urna biométrica. "Mesmo com os novos sistemas, o eleitor ainda depende de mesários. Estamos em fase de validação e reforçando as questões de segurança e criptografia para outros usos, inclusive o eleitoral."
Nas eleições deste ano, três municípios brasileiros realizarão testes com as urnas biométricas. Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC) foram as escolhidas pelo TSE e realizaram em março o cadastramento das impressões digitais dos eleitores.

terça-feira, setembro 09, 2008